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Conceito de “Barato” no âmbito da embalagem

By 15 Maio, 2019 Empresarial

Numa atividade em que muitos dos produtos são negociados em quilos, a escolha do menor custo por quilo parece o melhor negócio e é uma das principais barreiras à introdução de produtos mais eficientes e com menor custo em uso.

Fará sentido calcular materiais de embalagem em quilos, como o plástico ou cartão, quando basta um plástico mais ou menos espesso ou um cartão mais ou menos húmido, para que os mesmos quilos de material tenham rendimentos completamente distintos?

Um preço de embalagem realista, valorizará o custo em uso desses materiais. Ou seja, se o material A custa 1€/Kg e embala 10 produtos, enquanto o material B custa 2€/Kg mas embala 30 produtos, se insistir em comparar custo/Kg, estará simplesmente a comparar “alhos com bugalhos”.

Enquanto profissional do setor, acredito na importância de fugir à “venda fácil” e sensibilizar os clientes para a importância de reformular o conceito de “barato” no que diz respeito à embalagem, contribuindo para um mercado mais informado, aberto à inovação e à entrada de produtos mais eficientes e com menor impacto ambiental.

Havendo abertura por parte dos clientes para analisar esta temática com a merecida atenção, as poupanças podem chegar aos milhares de euros, a redução do desperdício de materiais pode ser de algumas toneladas e, em troca, apenas queremos reforçar a nossa posição como parceiros e consultores de confiança.

É com base nesta abordagem “win-win” que temos vindo a apresentar produtos inovadores como o nosso filme Optimal Plus, e continuaremos a apostar em vendas informadas e mensuradas pelas unidades que melhor permitem apurar o custo real das embalagens dos nossos clientes.

Artigo de Luís Dantas – Sales Representative 100 Metros