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A lógica do envelope aplicada à embalagem!

By 10 Julho, 2019 Dicas

Para o envio de correspondência postal, utilizamos envelopes e não rolos de papel e fita adesiva como se estivéssemos num “remember” da aula de trabalhos manuais do 1.º ciclo.

Também no caso da embalagem, é altura dos envios “atingirem a idade adulta” e seguirem a mesma lógica.

Se o objetivo é embalar séries de produtos semelhantes, fará sentido a compra de rolos de plástico de bolha, espuma de polietileno, tecido-não-tecido, ou outro material, para depois gastar mão-de-obra a cortar, dobrar e colar esses materiais no processo de embalamento?

Ponderando devidamente todos os fatores, facilmente concluímos que quando um rolo dos materiais acima referidos, se destina a ser cortado para embalar um conjunto de produtos mais ou menos idênticos, não há razão para não comprar esses materiais já em forma de sacos ou formatos.

Ganhamos tempo (e tempo é dinheiro), otimizamos a utilização dos materiais, reduzimos riscos laborais e asseguramos uma melhoria significativa da imagem dos produtos.

Afinal, na era dos “review” e “unboxing” a prosperar nas redes sociais, será que queremos apresentar produtos ao público embrulhados num emaranhado de plástico/papel e fita adesiva?

Todos sabemos que a imagem também vende e aqui é possível “ganhar pontos” utilizando embalagens desenvolvidas à medida.

Se nesta altura está a pensar que “isto até parece boa ideia”, fale connosco. O processo é bastante simples e terá início com uma análise do seu produto, bem como as quantidades e processos para o envio, recolhendo as dimensões, peso e outros aspetos que possam ser relevantes. De seguida, orçamentamos lotes mínimos e lotes otimizados, produzindo amostras para validação.

Terminado o processo, bem-vindo(a) à rede de clientes de produtos transformados 100 Metros.

Artigo de Luís Dantas – Sales Representative 100 Metros